Economia azul é a economia que reconhece a importância dos mares e dos oceanos, bem como das zonas costeiras como componentes essenciais do ecossistema da terra e um dos principais motores do crescimento econômico. 

A declaração da III Conferência Internacional das Nações Unidas sobre os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID) de Samoa, de 1 a 4 setembro 2014, lembrou que «os mares e os oceanos, bem como as zonas costeiras, formam uma componente essencial do ecossistema da Terra e estão intrinsecamente ligados ao desenvolvimento durável».

 Para além do papel dos mares e dos oceanos na redução do carbono, na segurança alimentar ou ainda na identidade e na cultura das populações dos PEID, a declaração de Samoa insiste no valor económico: «a viabilidade das pescas e da aquacultura, o turismo costeiro, a utilização possível dos recursos dos fundos marinhos e as fontes potenciais de energia renovável constituem os elementos de base duma economia oceânica durável para os PEID».

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) desenvolveu iniciativa Crescimento Azul, baseada no reconhecimento da importância da aquacultura e das pescas no desenvolvimento de um crescimento durável que responda às necessidades alimentares crescentes do planeta e contribua para a luta contra a pobreza e valorize o potencial inexplorado dos oceanos e dos mares.

A Carta a favor da promoção do Crescimento Azul de Cabo Verde, marca o engajamento do Governo na promoção de um desenvolvimento durável das zonas oceânicas e costeiras, que minimiza a degradação do ambiente, a perda de biodiversidade e a utilização não durável dos recursos marinhos e maximiza os benefícios económicos e sociais para as populações.

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